Fazem-me andar de pé no chão
Colocam-me na contramão
Em frente aos meus olhos a televisão
O plin-plin alertando o começo do domingão
Do ônibus eu escuto a reclamação
O amor mal dado pedindo separação
A felicidade em ver no prato o arroz com feijão
No fim do mês o dinheiro guardado da prestação
E assim segue todos em uma grande ilusão
Flavio Ramires
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Seu cigarro
Me diz de que valeu
Pisar no semelhante teu
Se agora está numa cama pedindo a deus
Muitos pecados você cometeu
E todo o dinheiro seu?
E os amigos onde se meteu?
E sua esposa jovem e bonita o que aconteceu?
E seu filho lembra do carro que você prometeu?
Todos esses anos quem esteve com você? só eu!
Mas não se esqueça do testamento
Pós sua hora está chegando
Muitos esperam por esse momento
Trague-me e veja o que faço
Por fim sou seu ultimo maço
Flavio Ramires
Pisar no semelhante teu
Se agora está numa cama pedindo a deus
Muitos pecados você cometeu
E todo o dinheiro seu?
E os amigos onde se meteu?
E sua esposa jovem e bonita o que aconteceu?
E seu filho lembra do carro que você prometeu?
Todos esses anos quem esteve com você? só eu!
Mas não se esqueça do testamento
Pós sua hora está chegando
Muitos esperam por esse momento
Trague-me e veja o que faço
Por fim sou seu ultimo maço
Flavio Ramires
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